Um pouco da história do meu 1302 S de 72:
Em 1993, estava eu e minha actual mulher a passear na 1ª Feira da Ladra que teve lugar em Portimão, quando me deparo com este Carocha e que de repente avivou a minha vontade de possuir um. Tive sempre esta paixão, mesmo antes de ter conduzido um na tropa e que era pertença de um Capitão. Foi de gritos aquela viagem entre o Quartel do Entroncamento e o quartel de Santa Margarida
A pessoa que o estava a vender era um Sul Africano. Lembro-me, que a visão da máquina, a paixão e a vontade de comprar foram quase instântaneas, sendo que se encontravam mais de 7 pessoas de volta do mesmo, quando de repente alguém soltou o pedido de ...dê lá a volta á chave.. soube que me tinha de jogar ao carro, mesmo antes de o ouvir trabalhar, tavam que nem gatos a bofes, nem um Ferrari teria tanta gente de volta
Conversando com o Sul Africano, o mesmo comunicou-me que tinha o carro há cerca de 2 anos e que o anterior dono era um mecânico da VW em Portimão. Melhor ainda, pensei eu, durante uns bons anos teve um bom tratamento.
Uns dias depois fui á oficina VW conhecer o anterior dono e em conversa, disse-me que o 1º dono tinha sido uma senhora Belga. Facto que se revela verdade, pela leitura do simbolo "Be" da VW da Belgica, em todos os vidros do carro. (Ainda estou a aguardar o Certificado do Museu)
Durante uns bons ano foi um daily driver, tanto era o gosto de o conduzir, tinha também na altura um Golf Plus. Depois de vender o meu apartamento há cerca de nove anos, o carro passou dois anos na rua, pois o apartamento que aluguei até ter a minha nova casa pronta não tinha garagem. Neste dois anos o carro teve parado e tb já não era um daily driver, factos estes, que não perdoaram o estado do meu 1302 S. Desde então que está em garagem, mas conforme vão ver, a precisar que alguém lhe dê carinho. Sendo certo que também já não me sinto bem em olhar pró carro no estado actual, pelo que me decidi ir á guerra.
Já ando a ver Bate-chapas ou como maioritariamente se utiliza no forum, chapeiros e tá de gesso. Vai ser bastante díficil, pelo que não sei se o tópico terá logo de imediato continuação.
Podem ver aqui, o je e a máquina, na pág.77 da Volksworld de 07/1994














