Na manha seguinte bem cedinho levantei-me para aproveitar o dia e fazer a 1ª espreguiçadela ao ar livre, ainda de olhos ramelosos, olho para o pinhal da quinta e parecia uma miragem, um carocha ao abando.
Assim que tive oportunidade fui falar com os donos do carro para perceber um pouco mais da história do dito.
Os senhores muitos simpáticos contaram que o carro foi comprado novo pelo padre da freguesia na terrinha deles (já não me recordo qual), e que lhos vendeu uns anos mais tarde. Entretanto emigraram para frança e lá foi o VW com a familia.
Já em frança o carro durante os 1ºs anos foi o unico meio de tranporte da familia até que acharam que estava na altura de lhe dar um merecido descanço pois já tinha feito muis viagens longas. À uns anos atrás e penso que ainda em frança o carro levou um banho de tinta e uma revisão para o filho já na universidade o poder utilizar.
Os anos passaram e resolveram voltar a portugal, e claro o carocha veio atrás, mas já degradado. Infelismente por terras lusas não teve muita sorte, apenas era usado para ir da quinta até à praia por terra batida e dormia debaixo dos pinheiros.
Conversa para aqui e conversa para ali e vai de perguntar se não queria vender o carro. O senhores prontamente disseram que não pois o carro seria para o filho. Desanimado disse se agum dia mudassem de ideias tinham o meu contacto.
Dois anos passaram e um belo dia a minha mulher liga-me a dizer se eu queria um crocha, era o mesmo que perguntar um cego se queria ver
Liguei logo à senhora a dizer que sim senhora queria o carro, negociamos o preço e à noite fui com valentim la ver a fera adormecida.
Com uma simples troca de condençador q havia no tablier suplente dois cabos de baterias era ouvi-lo a cantar.
Arranjou-se um rebo e uns dias depois estava em casa,do valentim

























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