Entrou para a família em 1970 (+/-), e chegou a conviver com a split GE, e com a Anglia, que foi vendida entretanto, pois o meu pai achou (e bem

), que a Bay superava a Anglia para todo o tipo de serviço, lazer incluído, pois era de 5 ou 6 lugares (não me recordo do que tinha no livrete). Era verde também, e era conhecida como "a moderna", tinhamos que as distinguir

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A propósito de lugares, tinha um lugar a mais, que era o meu

, entre os 2 bancos da frente, no walk-through, estava uma cadeira daquelas de praia, ou dos piqueniques, daquelas que dobravam as costas e fechavam, com uma espécie de plástico a fazer de assento, e igual nas costas, daí que tinha uma almofada à medida grande, para o menino se alapar e ser mais macio, e também para não ser causador de problemas futuros de descendência...

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Era a meia mista, por só ter vidros ao meio, e logicamente todos os da panel van, tinha o banco ao meio, dobrável, pois também tinha de trabalhar, embora muito mais fidalga que a Split, aliás nunca trabalhou na actividade da Split. Fazia cargas esporádicas, pois apanhou o pós 25 Abril, onde havia contingentação de mercadorias, e chegava-se à porta da fábrica, sem se saber quanto se iria carregar. Recordo-me, que por exemplo, na refinaria do açucar, o meu pai pedia 1.000 kg de açucar, e ás vezes vinham 100, 250, ou mesmo os mil, e também se calhava de haver muito, perguntavam (tipo senha) se na eventualidade de haver mais se o queria até aos 3.000 kg, o que quase nunca saía a pequenos clientes, até que um dia saíu, pensei que o meu pai ía ter uma síncope cardíaca, porque não se podia trocar de carro, ou mandar entrar outro, tinha de ser tudo carregado no carro que era registado, à entrada, coitadinha teve de o trazer até fora do portão (aqui já estava um tio meu com outro carro), para se poder aliviar. Força? - Tinha, mas aquelas malditas lombas dentro da fábrica, até lhe abanavam a beleza... Sempre em 1ª, mas lá cumpria a sua missão, foi essa vez, sem exemplo.
Era preciso estimar, porque era o carro de passeio também, e que passeatas que ela fez, das melhores médias 9,8 aos 100, com pessoas dentro e respectivas guarnições
E eu no meu lugar

. A policia até achava um desperdicio aquele espaço, e como eu ía bem instalado (palavra mágica na altura), não levantavam problemas.
Em termos de motor, queimou algumas juntas de colassa, qualquer "defeito", que tinha, que entretanto foi corrigido, na Guérin de Santos Pousada no Porto, que era o SPA dela, e da outra também.
Não sei o que terá sido, mas o "Álvaro" da Guérin mexeu-lhe para aí numas coisas, segundo o meu pai. Ela realmente andava que se fartava, e bebia nessas ocasiões

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Crise do petróleo, gasolina a 17$50, gasóleo a 7$50 o litro, foi uma questão de fazer contas (como dizia o outro...), aí por 1977/78 despedimo-nos dela, apesar de ainda ter convivido com a primeira Transit uns tempos.
Aqui há uns anos por altura da Páscoa, estava eu no Algarve na Oura, e vejo uns farolins de marcha atrás, muito parecidos com os da Bay do meu pai, e ....... claro que era ela, branca com um tecto no tejadilho (tipo os das camionetas da carreira), bom devo ter-me babado, para cima dela, eis que chega um individuo, e me pergunta se eu conheço o carro, e eu respondo "Claro que conheço". Era o dono dela, que era de Valongo, aqui perto, mas nem antes nem depois a tornei a ver, não sei se ainda existirá...
(Só agora escrevi sobre a HL, pois tenho andado a procurar as fotos, e também descobri que não encontro 2 álbuns, que devem cá estar em casa, mas onde? Aqui há tempos necessitamos de umas fotos, e está-se mesmo a ver, que eles não regressaram ao sítio. Quando encontrar, faço uma edição do post, e coloco. Sorry)