De volta a casa, para o descanso do Guerreiro... as últimas compras tiradas do carro...
De referir, que ao longo de toda a viagem, foram imensos os momentos de humor. Destaques para a conversa entre um participante e um espanhol em Burgos: “-Olá! Estás mirando meu coche?” com a seguinte resposta: “-No, só o autocolante na puerta” ou para a “descoberta” do horário de funcionamento do “Hotel de Ville” em Bayone, que já tinha fechado às 5 da tarde, um facto estranho para uma unidade hoteleira ou ainda para a quantidade de placas a indicar a localidade “Achtung” ao longo das auto estradas alemãs.
Situações caricatas, como a necessidade de terem de ser cortados com uma faca os pneus dumas jantes compradas em 2ª mão para caberem nas malas dos carros ou a entrada em Bruxelas numa linha exclusiva (mas muito mal assinalada) para o metro de superfície, deixarão sempre sorrisos nas caras dos participantes.
Para a eternidade, ficará na memória de todos, 3.400 quilómetros percorridos e seis países visitados, as imagens de centenas de automobilistas que abrandaram para os cumprimentar e fotografar, as buzinadelas de incentivo de camionistas, muitos deles portugueses, as recepções de diferentes povos, as eternas auto-estradas, as cidades e as suas belezas, a imensa chuva na fronteira de França com a Bélgica, que mais pareceu uma tromba de água, a paixão comum por Volkswagens de imensos aficionados e acima de tudo, a fiabilidade dos seus automóveis e a camaradagem e amizade do grupo, que já se tornou numa família.
É verdade! Com perseverança, com determinação, boa-vontade e boa disposição este sonho realizou-se de um modo que era impensável imaginar, provando que quando não se desiste “Os sonhos às vezes realizam-se”.