tirolifo: a modernização da linha do Norte tem sido feito, mas aos poucos. A modernização é composta por várias coisas, entre as quais, novas composições, arranjo dos carris, novas estações, etc... e novas composições já há, tal como novos carris... mas, como já referi anteriormente, meter mercadorias a circular nos mesmos carris que transportes rápidos de passageiros, não dá.
Basta ver que o tgv tem uma linha própria.
Em relação à 3ª auto-estrada para o porto e metendo os olhos no IC2, só pode ser mais uma ideia imbecil, com olho nas possiveis lucros das portagens... As estradas nacionais não rendem e só dão prejuízo e como esta atravessa vários concelhos e várias freguesias, também tem outros problemas para resolver.
Mas é para aí que caminhamos... sistema de saúde totalmente privado, portagens automáticas em todos os sítios, graças ao dispositivo de matriculas electrónicas, etc, etc....
E é assustador ver o pânico governativo na aproximação das eleições: é abonos a todos, promessa de dar 200 euros para cada nascimento (mas a pagar 18 anos depois...), estradas para todo o lado, etc...
Esta dos duzentos Euros so pode ser brincadeira. Espanha da 1600, e segundo sei a Alemanha da algo estupido como 5000! Ou 25 000, nao me lembro.
Duzentos Euros? Sempre da para comprar umas fraldas, se nao forem de marca. Ah, mas so dao passados dezoito anos. Entao da para ir da autocarro para os copos em 2027...
E incrivel o que a aproximacao das eleicoes faz...Medidas ridiculas,promessas que ninguem acredita, e pior, pensar que ainda pode haver alguem que pape estes grupos...
A inveja é uma homenagem que a mediocridade tributa ao mérito
Perda das eleições=> Perda dos mandatos=> Perda das protecções garantidas pela funções de 1er ministro...e obrigação de prestar contas com a justiça por situações ocorridas de um possível caso de suborno quando era ministro do ambiente? Claro que há algum medo e uma escalada nas promessas feitas, que restarão promessas.
"SUGIRO A QUE SE SENTEM BEM,ANTES DE LEREM ISTO!!!!
VIV'Ó REGABOFE
Mau grado o voto de pobreza a que a Ordem Franciscana obriga, Frei Vítor Melícias, recebe uma modesta reforma de € 7450!!!!! Será que a entrega direitinha à Ordem Franciscana e a distribui pelos mais necessitados???? De certeza que sim...eheheheheh
Padre Melícias com pensão de 7450 euros
O padre Vítor Melícias, ex-alto comissário para Timor-Leste e ex-presidente do Montepio Geral, declarou ao Tribunal Constitucional, como membro do Conselho Económico e Social (CES), um rendimento anual de pensões de 104 301 euros.
Em 14 meses, o sacerdote, que prestou um voto de obediência à Ordem dos Franciscanos, tem uma pensão mensal de 7450 euros. O valor desta aposentação resulta, segundo disse ao CM Vítor Melícias, da "remuneração acima da média" auferida em vários cargos.
Vítor Melícias entregou a declaração de rendimentos no Tribunal Constitucional em 2 de Fevereiro de 2009, mais de um ano após a instituição presidida por Rui Moura Ramos ter clarificado a interpretação da lei que controla a riqueza dos titulares de cargos políticos.
A 15 de Janeiro de 2008, o Tribunal Constitucional deixou claro que, ao abrigo da lei 25/95, 'de entre os membros que compõem o CES, se encontram vinculados ao referido dever [de entrega da declaração de rendimentos] aqueles que integrem o Conselho Coordenador e a Comissão Permanente de Concertação Social, bem como o secretário-geral'.
Com 71 anos, Vítor Melícias declarou, em 2007, ao Tribunal Constitucional um rendimento total de 111 491 euros, dos quais 104 301 euros de pensões e 7190 euros de trabalho dependente. 'Eu tenho uma pensão aceitável mas não sou rico', diz o sacerdote.
Melícias frisa que exerceu funções com 'remuneração acima da média, que corresponde a uma responsabilidade acima de director-geral', no Montepio Geral, na Misericórdia de Lisboa, no Serviço Nacional de Bombeiros e noutros organismos.
E eu a julgar que esta gente praticava o “espírito de missão” e o “trabalho de voluntariado”???!!! Chiça penico!
Pois é, esta gente da Igreja nunca me enganou!!! Já têm mais de 2000 anos de experiência….
Razão tinha o S. Pedro quando um dia espreitando cá para baixo, viu um avião de luxo, todo branco com o Papa lá dentro e exclamou:
vejam só como o negócio evoluiu, começou com um burro…"
O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa.
Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil ("um louco") a necessitar de ("ir para o manicómio"). Fui descrito como "um profissional impreparado". Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal.
Definiram-me como "um problema" que teria que ter "solução". Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o.
Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): "(...) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (...)". É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos.
Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados.
Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser "um problema" que exige "solução". Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre.
Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos "problemas" nos media como tinha em 2009.
O "problema" Manuela Moura Guedes desapareceu.
O problema José Eduardo Moniz foi "solucionado".
O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser "um problema".
Foi-se o "problema" que era o Director do Público.
Agora, que o "problema" Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais "um problema que tem que ser solucionado". Eu.
Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.
Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicado hoje (01/02/2010) na imprensa."
Aprecio a independência, isenção, irreverência do jornalismo praticado por Mário Crespo.
Mas, neste caso, precipitou-se, reagiu a quente, ferido no seu orgulho, esqueceu uma das regras fundamentais do jornalismo: a idoneidade das fontes, a veracidade, a possibilidade de contraditar os factos!
Disseram-lhe que ouviram...circunstancialmente...
Mas, analisemos por outro lado.
Não se pode dizer mal de um jornalista?
Os jornalistas dizem mal dos políticos a torto e a direito...
Não há paciência, virem fazer disto um caso de atentado à liberdade de expressão!
Desisiti de aturar sempre os mesmos FDP ( Se não sabem o que significa,também não vou explicar), durante anos que me diziam para apertar o cinto e que para o ano é que seria a retoma e iriamos todos viver bem. Detestar incapazes que governam um país, não é detestar um país, como tantas vezes tantos imbecis criticam. Detesto a situação política em Portugal, mas acho que cada um tem o que merece, porque alguém lá os pôs. Isso de silenciar políticos, fechar jornais, e afastar incómodos, é natural em qualquer tirania ou estado totalitário.
Não percebo muito de política, mas sei que seja à esquerda ou seja a direita, é sempre fartar vilanagem e gamar até mais não poder. Seja em que país fôr. Também neste, se me perguntarem. Mas nalguns paises, como aquele onde tenho a felicidade de viver no momento, os políticos gamam mas deixam sempre qualquer coisa para o pobre. Aqui, os piratas assaltam o navio, mas deixam pão e água para a tripulação. Aí, levam o navio e a roupa da tripulação e tudo.
" Eles comem tudo e não deixam nada"- Lá cantava Zeca Afonso há uma porrada de anos. Nada mudou.
Auto-estradas pagas é outro sinal da roubalheira. Em paises desenvolvidos, as pessoas compram um selo para o para-brisas e pronto. ( Reino Unido, Suécia, Suiça). Matriculas electrónicas é para roubar o incauto. Não é preciso cá matrículas electrónicas em lado nenhum,pois já existe tecnologia ANPR ( Automatic Number plate recognition) que lê matrículas normais. Pesquisem na internet.
A História que falam dos subsídios, é para rir: Aqui, uma criança mesmo não nascendo no País, fica logo com 300 Euros na conta, só pelo simples facto de ter menos de cinco anos. E continua a somar juros todos os anos. Duzentos Euros quando tiver 18 anos, é chamar nitidamente ás pessoas otários e gozar com a cara delas. Votem neles outra vez... A malandragem e a criminalidade é do piorio, o desemprego é cada vez maior, e o poder de compra das pessoas é uma anedota triste.
Isso está entregue à bicharada, e só daqui a pelo menos dez,quinze anos é que possivelmente pode melhorar um bocadito. Se pensam o contrário, os meus pêsames. Mentalizem-se: Isso agora só lá vai com militares nas ruas e recolher obrigatório...
Last edited by Britanico on 11 Feb 2010 14:57, edited 1 time in total.
A inveja é uma homenagem que a mediocridade tributa ao mérito
Para cada boca o seu pão.
Para cada braço uma enxada.
Para cada família o seu lar!
Quem disse isto foi um homem odiado. O ditador Salazar!
Dizem que o homem, quando morreu, tinha trinta contos no banco e deixou os cofres cheios de ouro.
Onde é que ele está?
Ah Marquês Marquês!
Quando me reformei, achei que a reforma dava para viver.
Mas se eu ainda por cá andar mais vinte anos, se calhar, nem para uma sopinha vai dar.
Eu sei que é complicado para a maioria das pessoas fazer uma análise da situação do Pais, estando a viver em Portugal com telenovelas e futebol a entrar pela casa adentro. É dificil conhecer a triste situação do Pais, quando a única informação disponível, são telejornais que favorecem ora o Governo ora a oposição, e que só falam de ministros e política de cordel.
Há pessoas que pensam que o sucesso de um país se mede em estádios e centros comerciais. Pensam " Ora, se temos estas auto-estradas e estes centros comerciais, os estrangeiros até devem abrir a boca de espanto com o nosso desenvolvimento"...
Para os estrangeiros, Nós não somos um país desenvolvido com auto-estradas e estádios ,centros comerciais ou TGVs. Portugal, é apenas um país que faz parte dos PIGS. ( Portugal, Italy,Greece,Spain). Os países que não conseguem sobreviver sem apoios, e estão sempre em deficit. Se virem no mapa,por coincidencia, são também aqueles que situam nos extremos da Europa, esquecidos e relegados para segundo plano. Todos eles estão com problemas gravíssimos por causa da adesão ao Euro, e agora a "CEE" diz que não é nada com eles, mas sim um problema da zona económica do Euro. Que por sua vez está demasiadamente ocupada a lidar com os seus problemas para prestar atenção a países limítrofes cheios de estádios e centros comerciais.
Estes países endividam-se mais e mais, e cada vez mais, não produzem, não cativam investimento estrangeiro e a factura há-de ter de vir de algum lado. Quando as praias já não seduzirem por cada vez mais haver lugares mais baratos, limpos e seguros por essa Europa fora, como irá ser? Entretenham-se a ver os gatos fedorentos e esqueçam isto tudo. Tá tudo numa boa. Vistam é umas cuecas de ferro...
Last edited by Britanico on 11 Feb 2010 15:19, edited 1 time in total.
A inveja é uma homenagem que a mediocridade tributa ao mérito
Depois dos 'Pigs', Portugal está agora entre os 'Stupid'
‘STUPID’ é a nova sigla que circula nos mercados para referir os países que podem ser afectados por um efeito dominó em caso de falência da Grécia: Espanha, Turquia, Reino Unido, Portugal, Itália e Dubai.