História
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Carlos Baptista
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História
Eu vou contar uma história que se passou com um colega meu, há muitos anos.
Estávamos no século passado, para aí 1974 e o rapaz estava a desempenhar as funções de telefonista numa unidade militar.
O 25 de Abril tinha acontecido há muito pouco tempo e as malucas só queriam era a tropa.O rapaz, como estava a desempenhar umas funções que davam para o engate, aquilo era um vê-se-te-avias.
Vai daí, conversa puxa conversa com uma maluca que era dos então TLP (hoje Telecom)e vá de marcar um encontro com a febra que nesse dia saía à meia-noite.
A garina, estava a prestar serviço precisamente na Estrela.
Encontro marcado à meia-noite e pouco em frente à basílica e a pequena não falhou. Lá estava, jeitosa e bem cheirosa.
As apresentações do costume e vá de ir dar um passeio para o jardim da estrela.
Vá de sentar num banquinho, daqueles pintados de verde e prosa pra cá prosa pra lá, mãozinha no ombro porque não havia tempo a perder e passado um bocado, onde é que o filme já ía.
Quando chegou a hora de abalar e porque já era tarde, vá de se dirigirem para a saída. Mas qual saída??? Estava tudo fechado, não se via viv`alma e os portões têm alguns 3 metros de altura.
Pensando que o outro portão ainda estivesse aberto, tentaram a saída por aí - mas nada. Tambem estava fechado!
E agora? A garina estava à rasca porque tinha que ir para casa e já era tarde.
Solução - tentar saltar as grades do lado do cemitério dos cães. Mas aquela porra ainda é alta e as grades têm lanças na ponta.
Mas tinha que ser! O meu colega disse-lhe que se ela não saltasse as grades ficava lá a dormir num banco do jardim até ele abrir.
Claro que o rapaz não ia fazer isso, mas foi só para lhe dar um incentivo para que ela saltasse.
Primeiro saltou ela, com a ajuda dele do lado de dentro a fazer de trampolin.
E só depois saltou ele!
O problema agora é que a piquena já não tinha camioneta para casa e isto já eram algumas 3 da matina.
Solução! Ir dormir a uma pensão.
Se bem o pensou, melhor o fez.
Vá de ir pernoitar numa enxerga mal amanhada, numa pensão ranhosa, ali para os Anjos e ter que levantar às 07.00 para ir para a unidade.Ainda por cima a manhosa era um cepo do caraças!
Coitado do rapaz! Ainda hoje falamos dessa história quando nos encontramos.
Estávamos no século passado, para aí 1974 e o rapaz estava a desempenhar as funções de telefonista numa unidade militar.
O 25 de Abril tinha acontecido há muito pouco tempo e as malucas só queriam era a tropa.O rapaz, como estava a desempenhar umas funções que davam para o engate, aquilo era um vê-se-te-avias.
Vai daí, conversa puxa conversa com uma maluca que era dos então TLP (hoje Telecom)e vá de marcar um encontro com a febra que nesse dia saía à meia-noite.
A garina, estava a prestar serviço precisamente na Estrela.
Encontro marcado à meia-noite e pouco em frente à basílica e a pequena não falhou. Lá estava, jeitosa e bem cheirosa.
As apresentações do costume e vá de ir dar um passeio para o jardim da estrela.
Vá de sentar num banquinho, daqueles pintados de verde e prosa pra cá prosa pra lá, mãozinha no ombro porque não havia tempo a perder e passado um bocado, onde é que o filme já ía.
Quando chegou a hora de abalar e porque já era tarde, vá de se dirigirem para a saída. Mas qual saída??? Estava tudo fechado, não se via viv`alma e os portões têm alguns 3 metros de altura.
Pensando que o outro portão ainda estivesse aberto, tentaram a saída por aí - mas nada. Tambem estava fechado!
E agora? A garina estava à rasca porque tinha que ir para casa e já era tarde.
Solução - tentar saltar as grades do lado do cemitério dos cães. Mas aquela porra ainda é alta e as grades têm lanças na ponta.
Mas tinha que ser! O meu colega disse-lhe que se ela não saltasse as grades ficava lá a dormir num banco do jardim até ele abrir.
Claro que o rapaz não ia fazer isso, mas foi só para lhe dar um incentivo para que ela saltasse.
Primeiro saltou ela, com a ajuda dele do lado de dentro a fazer de trampolin.
E só depois saltou ele!
O problema agora é que a piquena já não tinha camioneta para casa e isto já eram algumas 3 da matina.
Solução! Ir dormir a uma pensão.
Se bem o pensou, melhor o fez.
Vá de ir pernoitar numa enxerga mal amanhada, numa pensão ranhosa, ali para os Anjos e ter que levantar às 07.00 para ir para a unidade.Ainda por cima a manhosa era um cepo do caraças!
Coitado do rapaz! Ainda hoje falamos dessa história quando nos encontramos.

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HUGO bOSS
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Re: História
Não teve descanso o rapaz...
Um abraço do meio do Atlântico
Hugo Pereira
"Tens o carro do ano?
Eu tenho o Carro do Século"
""Patina" my ass, that's rust!"
Hugo Pereira
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motortipo4
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Re: História
Ó carlos o rapaz era teu conhecido
ou era uma personagem ficticia, e o verdadeiro eras tu...hummm. cheira-me a esturra essa historia
faz-me lembrar uma personagem, que queria competir 1 desporto aquatico motorizado( que nao vou revelar qual)
e nao sabe NADAR
perguntei eu
se malhas na agua
tenho colete
eu ja nadei de colete e sei posso garantir que nao é facil...mas..e eu costumo ser marado, mas tanto nao
faz-me lembrar uma personagem, que queria competir 1 desporto aquatico motorizado( que nao vou revelar qual)
e nao sabe NADAR
eu ja nadei de colete e sei posso garantir que nao é facil...mas..e eu costumo ser marado, mas tanto nao
Foge quero passar
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Carlos Baptista
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- Miguel Brito
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Re: História
Venham mais histórias, amigo Carlos. Vá abrir a arca... 
"Um carocha por dia, dá vigor e alegria!"
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Carlos Baptista
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Re: História
Outra!
Um amigo meu que gostava de se meter em conversas telefónicas, mais ou menos apimentadas, fez um engate com uma fabiana, via telefone.
Estiveram práticamente toda a noite na conversêta, já que a sujeita não estava a pagar, uma vez que era profissional do ramo.
A conversa deu p`ra tudo e assunto não faltava. Falou-se de muita coisa. Política, vida familiar e a páginas tantas, lá vem a lamuria do costume - falta de assistência.
A prosa foi-se prolongando, prolongando e a certa altura, já parecia que se conheciam há muito tempo.
Já a madrugada ia alta e porque o trabalho da senhora não apertasse, salvo uma ou outra chamada de serviço de despertar, até que o rapaz lhe propõe tomarem o pequeno almoço juntos.
Ela saía de serviço às 8 horas e ele iria ter com ela num sítio que ambos conhecessem.
Para não haver o eterno problema do, que roupa é que levas? És alta, baixa, marreca, o rapaz optou por lhe dar a marca e a matrícula do carro.
Nesse tempo, um VW 1200 com a matrícula - - .
O dia estava quase a nascer e lá se despediram telefónicamente, até mais daqui a pouco.
O encontro ficou marcado para o parque de estacionamento da estação do comboio de Rio de Mouro.
Chegado ao local combinado, o rapaz estacionou o carro. Nesse tempo - anos 70 - lugares para estacionar era coisa que não faltava.
Cansado, com uma noite em branco a falar ao telefone com uma manhosa que não conhecia de lado nenhum, mas que se queixava do marido, camionista de profissão e pouco amigo do chuveiro, o rapaz trancou a porta, fechou o vidro e, devia ter adormecido no preciso instante em que encostou a cabeça ao vidro do carocha.
Bonita figura devia estar a fazer, com a carola encostada ao vidro e, se calhar, a ressonar que nem um porco.
De repente, acordou com alguem a bater no vidro.
Cagaço do caraças! Devia estar a sonhar com um encontro daqueles.....ui ui.
Qual quê!!!
Do outro lado do vidro estava uma autêntica pipa de 1000 litros. O rapaz arregalou os olhos, esfregou-os, torceu-se no banco e, verdade se diga, estava à rasca com a situação.
Ela que aguardava que aquela porta se abrisse e nunca mais era sábado, penso que interpretou a cena, devido ao facto de o rapaz estar a dormir profundamente e se ter assustado com as pancadas das nozes dos dedos no vidro, mesmo ao lado do ouvido esquerdo.
Mas como é que eu vou saír desta? Pensava o rapaz. O melhor é dar à cueca.
E se bem o pensou, melhor o fez!
Meia-volta à chave do carocha e ala que se faz tarde!
E a rapariga lá ficou a acenar. Provávelmente pensando que o rapaz não acreditasse que ela era a mesma pessoa com quem havia estado a falar toda a noite.
Ainda deu uma corridinha curta atrás do chiante, mas o excesso de peso não lhe permitiu mais do que poucos metros.
Se calhar naquele momento ela gostava de ter sido a Rosa Mota!
Quem diria! Uma voz tão meiguinha, daquelas que provocam ideias adultas e que fazia um homem imaginar coisas.
À falta de melhor, lá teve que se aguentar à bronca com o camionista gorduroso.
Paciência - pensou ele. Pode ser que para a próxima tenha melhor sorte!
Um amigo meu que gostava de se meter em conversas telefónicas, mais ou menos apimentadas, fez um engate com uma fabiana, via telefone.
Estiveram práticamente toda a noite na conversêta, já que a sujeita não estava a pagar, uma vez que era profissional do ramo.
A conversa deu p`ra tudo e assunto não faltava. Falou-se de muita coisa. Política, vida familiar e a páginas tantas, lá vem a lamuria do costume - falta de assistência.
A prosa foi-se prolongando, prolongando e a certa altura, já parecia que se conheciam há muito tempo.
Já a madrugada ia alta e porque o trabalho da senhora não apertasse, salvo uma ou outra chamada de serviço de despertar, até que o rapaz lhe propõe tomarem o pequeno almoço juntos.
Ela saía de serviço às 8 horas e ele iria ter com ela num sítio que ambos conhecessem.
Para não haver o eterno problema do, que roupa é que levas? És alta, baixa, marreca, o rapaz optou por lhe dar a marca e a matrícula do carro.
Nesse tempo, um VW 1200 com a matrícula - - .
O dia estava quase a nascer e lá se despediram telefónicamente, até mais daqui a pouco.
O encontro ficou marcado para o parque de estacionamento da estação do comboio de Rio de Mouro.
Chegado ao local combinado, o rapaz estacionou o carro. Nesse tempo - anos 70 - lugares para estacionar era coisa que não faltava.
Cansado, com uma noite em branco a falar ao telefone com uma manhosa que não conhecia de lado nenhum, mas que se queixava do marido, camionista de profissão e pouco amigo do chuveiro, o rapaz trancou a porta, fechou o vidro e, devia ter adormecido no preciso instante em que encostou a cabeça ao vidro do carocha.
Bonita figura devia estar a fazer, com a carola encostada ao vidro e, se calhar, a ressonar que nem um porco.
De repente, acordou com alguem a bater no vidro.
Cagaço do caraças! Devia estar a sonhar com um encontro daqueles.....ui ui.
Qual quê!!!
Do outro lado do vidro estava uma autêntica pipa de 1000 litros. O rapaz arregalou os olhos, esfregou-os, torceu-se no banco e, verdade se diga, estava à rasca com a situação.
Ela que aguardava que aquela porta se abrisse e nunca mais era sábado, penso que interpretou a cena, devido ao facto de o rapaz estar a dormir profundamente e se ter assustado com as pancadas das nozes dos dedos no vidro, mesmo ao lado do ouvido esquerdo.
Mas como é que eu vou saír desta? Pensava o rapaz. O melhor é dar à cueca.
E se bem o pensou, melhor o fez!
Meia-volta à chave do carocha e ala que se faz tarde!
E a rapariga lá ficou a acenar. Provávelmente pensando que o rapaz não acreditasse que ela era a mesma pessoa com quem havia estado a falar toda a noite.
Ainda deu uma corridinha curta atrás do chiante, mas o excesso de peso não lhe permitiu mais do que poucos metros.
Se calhar naquele momento ela gostava de ter sido a Rosa Mota!
Quem diria! Uma voz tão meiguinha, daquelas que provocam ideias adultas e que fazia um homem imaginar coisas.
À falta de melhor, lá teve que se aguentar à bronca com o camionista gorduroso.
Paciência - pensou ele. Pode ser que para a próxima tenha melhor sorte!

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HUGO bOSS
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Re: História
Esse carocha não teria tinta a escorrer?
Um abraço do meio do Atlântico
Hugo Pereira
"Tens o carro do ano?
Eu tenho o Carro do Século"
""Patina" my ass, that's rust!"
Hugo Pereira
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Carlos Baptista
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HUGO bOSS
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Re: História
Se esse carro fala-se... 
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motortipo4
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Re: História
sei de uma em que estive parcialmente envolvido
por ter sido eu a apresentar duas cachopas, a dois amigos
mais terriveis do que dois jacares esfomeados, infelizmente um deles faleceu de acidente rodoviario de moto, em 1998. esta é uma de muitas recordaçoes que deixou. bem aí vai.
uma das artistas ja tinha passeado comigo no termo tecnico, e nao havia forma de me livrar da atriz
numa bela noite apanha-me num bar(na epoca de 96 o mais in da zona) acompanhada de sua irma, uma mocetona aí
1m75 bem dados de todas as formas que belo piteu,embora a mana era tambem do genero, nao descolaram mais.
como iria eu sair daquele filme
nao é que olho para o fundo do bar, e la estavam os dois jacares famintos a acenarem,(ei ei estamos aqui aprasenta apresenta) nem é tarde nem é cedo´, foi na hora, apresentaçoes feitas, pergunta-me a actriz principal,
os teus amigos sao bons rapazes
e eu.......ai ai......s..i..m claro. ai jesus. pior nao havia
mas o mal ja estava feito. sairam os 4 num seat marbella, a actriz com 1m75 foi apranchada pelo bom moço que ja nao ta ca, que tinha 1m90 e 116 kg
(conhecido no porto como bom rapaz
)
chegando estes ultimos dois intervenientes a vias de facto no banco de tras do marbella, com os outros dois sentados na frente
chegando mesmo a partirem o banco
moral numca mais cruzei com as actrizes, passado estes anos ainda me escondo delas
e eles eram bons rapazes ai ai
mais terriveis do que dois jacares esfomeados, infelizmente um deles faleceu de acidente rodoviario de moto, em 1998. esta é uma de muitas recordaçoes que deixou. bem aí vai.
uma das artistas ja tinha passeado comigo no termo tecnico, e nao havia forma de me livrar da atriz
numa bela noite apanha-me num bar(na epoca de 96 o mais in da zona) acompanhada de sua irma, uma mocetona aí
1m75 bem dados de todas as formas que belo piteu,embora a mana era tambem do genero, nao descolaram mais.
como iria eu sair daquele filme
nao é que olho para o fundo do bar, e la estavam os dois jacares famintos a acenarem,(ei ei estamos aqui aprasenta apresenta) nem é tarde nem é cedo´, foi na hora, apresentaçoes feitas, pergunta-me a actriz principal,
os teus amigos sao bons rapazes
mas o mal ja estava feito. sairam os 4 num seat marbella, a actriz com 1m75 foi apranchada pelo bom moço que ja nao ta ca, que tinha 1m90 e 116 kg
chegando estes ultimos dois intervenientes a vias de facto no banco de tras do marbella, com os outros dois sentados na frente
moral numca mais cruzei com as actrizes, passado estes anos ainda me escondo delas
e eles eram bons rapazes ai ai
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Carlos Baptista
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Re: História
Uma vez! Isto para aí há 40 quilos atrás, quiz testar a estabilidade de um vw 1200 que eu tive.
Foi o meu primeiro carro!
Nesse tempo não os valorizava tanto como hoje e penso que o mesmo acontece com o resto do pessoal.
Tinha mandado alargar as jantes de trás, no Casal de Santa Luzia, ali à Estefânia.
Mas, o artista que as alargou, devia perceber pouco de carochas e alargou para dentro e para fora. Mais para dentro do que para fora.
Vai daí, quando fui montar as rodas, qual quê! Nem conseguia que a jante encostasse na poli toda por igual, pois ficava a roçar e de que maneira, na lâmina da suspensão (facão, para os nossos companheiros do Brasil).
Solução? Montar aquela porra ao contrário, tal como faziam alguns, em meu entender, mal.
Mesmo assim era rés-vés campo d`ourique. Mas vá lá, do mal o menos.
E lá vou eu, todo racing, qual chavalo com 23 anitos e um ovo estrelado, chapado na traseira da "bomba".
Nesse tempo, eu trabalhava num sítio próximo do Barreiro, chamado Vale de Zebro.
Tinha por ali espaço com fartura para me estender, sem prejudicar ninguem. De modo que vá de acelerar à vontade, a ver se conseguia capotar o carocha.
Fui fazendo curvas cada vez mais apertadas. Umas para a direita, outras para a esquerda e, confesso que sempre me deu mais jeito curvar para a direita do que para a esquerda.
Cada vez fui abusando mais, até que apertei com ele a sério e faço um gancho mesmo no limite.
Ah carago!Fiquei com a pulsação a 200!
Ele bem se agarrou, eu é que não me agarrei e fui parar ao banco do pendura, a tremer por todos os lados.
O carro foi-se abaixo e isso é que foi a minha sorte. Senão eu ia parar onde ele quisesse, porque os pedais e o volante estavam do outro lado.
Se o carro fosse de instrução!!!
Foi o meu primeiro carro!
Nesse tempo não os valorizava tanto como hoje e penso que o mesmo acontece com o resto do pessoal.
Tinha mandado alargar as jantes de trás, no Casal de Santa Luzia, ali à Estefânia.
Mas, o artista que as alargou, devia perceber pouco de carochas e alargou para dentro e para fora. Mais para dentro do que para fora.
Vai daí, quando fui montar as rodas, qual quê! Nem conseguia que a jante encostasse na poli toda por igual, pois ficava a roçar e de que maneira, na lâmina da suspensão (facão, para os nossos companheiros do Brasil).
Solução? Montar aquela porra ao contrário, tal como faziam alguns, em meu entender, mal.
Mesmo assim era rés-vés campo d`ourique. Mas vá lá, do mal o menos.
E lá vou eu, todo racing, qual chavalo com 23 anitos e um ovo estrelado, chapado na traseira da "bomba".
Nesse tempo, eu trabalhava num sítio próximo do Barreiro, chamado Vale de Zebro.
Tinha por ali espaço com fartura para me estender, sem prejudicar ninguem. De modo que vá de acelerar à vontade, a ver se conseguia capotar o carocha.
Fui fazendo curvas cada vez mais apertadas. Umas para a direita, outras para a esquerda e, confesso que sempre me deu mais jeito curvar para a direita do que para a esquerda.
Cada vez fui abusando mais, até que apertei com ele a sério e faço um gancho mesmo no limite.
Ah carago!Fiquei com a pulsação a 200!
Ele bem se agarrou, eu é que não me agarrei e fui parar ao banco do pendura, a tremer por todos os lados.
O carro foi-se abaixo e isso é que foi a minha sorte. Senão eu ia parar onde ele quisesse, porque os pedais e o volante estavam do outro lado.
Se o carro fosse de instrução!!!

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Re: História
[center]not all those who wander are lost - J.R.R. Tolkien[/center]
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Carlos Baptista
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Re: História
Um colega meu, tinha acabado de passar as portagens da ponte salazar e mais adiante estavam duas manhosas à boleia.
Parou, está claro e vá de as meter dentro do chiante.um vw 1200, sem tinta a escorrer
Para onde é que vão?
Seixal! Diz a manhosa que depois se sentou ao seu lado.
Ok! Claro que não ligou o taxímetro, como é evidente. Até porque elas tinham mais cara de fome que outra coisa.
Foram conversando pelo caminho e, porque o índice de testosterona, naquele tempo, era alto, tratou logo de ir combinando qualquer coisa para a tarde.
Chegados ao Seixal, foram tomar o pequeno almoço a um café que ali havia, junto a um largo.
Pagou a despesa, está claro!
E a coisa ficou combinada para as 17.30 naquele mesmo sítio.
Chegado ao trabalho, vá de tratar de arranjar logo outro compincha para o ajudar depois quando fosse ter com elas ao Seixal.
Bom rapaz! Tinha a alcunha de Zé Búfalo. Era um companheirão! Um pintas de primeira água mas, no que toca a beleza masculina, não era própriamente um modelo.
O Zé era um camaradão!
Quantas vezes roubaram carne ao cabo de rancho, para fazer petiscos e não só!!!
Assim que deu volta aos serviços, vá de ir tomar banho e o Zé não vai de modas. Nesse dia foi duche com direito a duas demãos e no fim, depois de bem barbeado, meio litro de afther shave que o carocha ficou empestado com aquele cheiro a putas que tresandava.
E lá foram ter com as manhosas, mais na esperança de lá estar o sítio do que outra coisa.Aliàz, o Zé já tinha sido preparado para a eventualidade de uma banhada.
Aí, seria accionado o plano "B" que consistia em ir comer umas moelinhas à Cruz de Pau a uma tasca que ali havia, mas cujo nome me não vem à ideia.
Surpresa!!!Então não é que as manhosas estavam lá, pontualmente à espera deles!!!
Vá de as meter no carocha. O Zé Búfalo ajeitou-se logo cá atrás ao pé da mais feia, porque a mais jeitosa era para o dono do carro e vá de seguirem para a Lagoa de Albufeira.
Por ali andaram a vaguear até que a certa altura, há que separar o carapau da sardinha e lá foram cada um para seu lado.
O do carro foi-se ajeitando como pôde e a coisa estava a correr super bem. Mas com o Zé Búfalo é que não estava nada bem.
A certa altura ouviram-se dois tiros e o do carro deu um salto e vá de correr para o sítio de onde tinham vindo os tiros, porque era o sítio para onde o Zé tinha ido com a outra manhosa.
Oh cum caraças! O Zé estava podre de raiva! Como a manhosa estava armada em esquisita e ele viu que já não tinha direito a nada, puxou da pistola e vá de dar dois tiros para as pinhas a ver se elas caíam.
O do carro é que não achou muita graça à brincadeira, porque assim tambem ficava lixado.
Vá de meter outra vez as manhosas no carocha e levar outra vez o Zé a Vale de Zebro.
O do carro ficou sózinho com as duas. E agora?
Diz a manhosa que ia atrás:
Não me digas que não te aguentas com as duas?
Foda-se! isso não! Tinha algum jeito.
O do carro, nesse tempo, achava que o que dava pica era dividir os engates com os amigos.
Arrancou com o carro e foi pondo a cabeça a trabalhar. Já ia em Coina, vá de voltar para trás e foi buscar outro amigo que, em seu entender era mais jeitoso que o Zé Búfalo.
As manhosas ficaram à porta d`armas para não terem que estar com aquelas merdas todas das identificações e o do carro foi dentro da unidade à procura do Castro, o outro tal em quem ele havia pensado, para substituír o Zé Búfalo.
Assim que disse ao Castro o que se passava o puto deu saltos de contente. Ora bem! Carne fresca, assim de bandeja, não é todos os dias que acontece.
Lá se foi o Castro perfumar e desinfetar e em cinco minutos estava pronto.
Ala para dentro do carocha e à saída da unidade lá estavam as manhosas, já rodeadas da fina flor do fato camuflado.
Eram alguns dez a mandar bitaites!Natural.
Apresentado o piqueno às raparigas e diz a manhosa disponível:
Ah! Este sim!!!
Porreiro! Pensou o do carro. Já estou safo.
Arrancaram e quando chegaram a Coina já o Castro estava na marmelada com a manhosa.
Aquele banco traseiro era um problema!
Parou, está claro e vá de as meter dentro do chiante.um vw 1200, sem tinta a escorrer
Para onde é que vão?
Seixal! Diz a manhosa que depois se sentou ao seu lado.
Ok! Claro que não ligou o taxímetro, como é evidente. Até porque elas tinham mais cara de fome que outra coisa.
Foram conversando pelo caminho e, porque o índice de testosterona, naquele tempo, era alto, tratou logo de ir combinando qualquer coisa para a tarde.
Chegados ao Seixal, foram tomar o pequeno almoço a um café que ali havia, junto a um largo.
Pagou a despesa, está claro!
E a coisa ficou combinada para as 17.30 naquele mesmo sítio.
Chegado ao trabalho, vá de tratar de arranjar logo outro compincha para o ajudar depois quando fosse ter com elas ao Seixal.
Bom rapaz! Tinha a alcunha de Zé Búfalo. Era um companheirão! Um pintas de primeira água mas, no que toca a beleza masculina, não era própriamente um modelo.
O Zé era um camaradão!
Quantas vezes roubaram carne ao cabo de rancho, para fazer petiscos e não só!!!
Assim que deu volta aos serviços, vá de ir tomar banho e o Zé não vai de modas. Nesse dia foi duche com direito a duas demãos e no fim, depois de bem barbeado, meio litro de afther shave que o carocha ficou empestado com aquele cheiro a putas que tresandava.
E lá foram ter com as manhosas, mais na esperança de lá estar o sítio do que outra coisa.Aliàz, o Zé já tinha sido preparado para a eventualidade de uma banhada.
Aí, seria accionado o plano "B" que consistia em ir comer umas moelinhas à Cruz de Pau a uma tasca que ali havia, mas cujo nome me não vem à ideia.
Surpresa!!!Então não é que as manhosas estavam lá, pontualmente à espera deles!!!
Vá de as meter no carocha. O Zé Búfalo ajeitou-se logo cá atrás ao pé da mais feia, porque a mais jeitosa era para o dono do carro e vá de seguirem para a Lagoa de Albufeira.
Por ali andaram a vaguear até que a certa altura, há que separar o carapau da sardinha e lá foram cada um para seu lado.
O do carro foi-se ajeitando como pôde e a coisa estava a correr super bem. Mas com o Zé Búfalo é que não estava nada bem.
A certa altura ouviram-se dois tiros e o do carro deu um salto e vá de correr para o sítio de onde tinham vindo os tiros, porque era o sítio para onde o Zé tinha ido com a outra manhosa.
Oh cum caraças! O Zé estava podre de raiva! Como a manhosa estava armada em esquisita e ele viu que já não tinha direito a nada, puxou da pistola e vá de dar dois tiros para as pinhas a ver se elas caíam.
O do carro é que não achou muita graça à brincadeira, porque assim tambem ficava lixado.
Vá de meter outra vez as manhosas no carocha e levar outra vez o Zé a Vale de Zebro.
O do carro ficou sózinho com as duas. E agora?
Diz a manhosa que ia atrás:
Não me digas que não te aguentas com as duas?
Foda-se! isso não! Tinha algum jeito.
O do carro, nesse tempo, achava que o que dava pica era dividir os engates com os amigos.
Arrancou com o carro e foi pondo a cabeça a trabalhar. Já ia em Coina, vá de voltar para trás e foi buscar outro amigo que, em seu entender era mais jeitoso que o Zé Búfalo.
As manhosas ficaram à porta d`armas para não terem que estar com aquelas merdas todas das identificações e o do carro foi dentro da unidade à procura do Castro, o outro tal em quem ele havia pensado, para substituír o Zé Búfalo.
Assim que disse ao Castro o que se passava o puto deu saltos de contente. Ora bem! Carne fresca, assim de bandeja, não é todos os dias que acontece.
Lá se foi o Castro perfumar e desinfetar e em cinco minutos estava pronto.
Ala para dentro do carocha e à saída da unidade lá estavam as manhosas, já rodeadas da fina flor do fato camuflado.
Eram alguns dez a mandar bitaites!Natural.
Apresentado o piqueno às raparigas e diz a manhosa disponível:
Ah! Este sim!!!
Porreiro! Pensou o do carro. Já estou safo.
Arrancaram e quando chegaram a Coina já o Castro estava na marmelada com a manhosa.
Aquele banco traseiro era um problema!

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HUGO bOSS
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Re: História
Parou, está claro e vá de as meter dentro do chiante.um vw 1200, sem tinta a escorrer...
Percebi...
Um abraço do meio do Atlântico
Hugo Pereira
"Tens o carro do ano?
Eu tenho o Carro do Século"
""Patina" my ass, that's rust!"
Hugo Pereira
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a.s
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Re: História
Penso que o actual dono depois de ler isto neste momento deve estar com um paninho com sabão na mão em limpezas do banco traseiro 
André Silvino